Na Verdade não é, pelo menos ainda.
tô lá vendo anotações antigas e surge uma reviravolta no beleléu do meu esquecimento, lembrei que existia essa midia aqui.
Então, como não foi ainda, agora vai ser.
Voltarei a adocicar essa presepada.
Agora de jeito mais considerável, nível superior, vida na capital mermão, mas sem vintém, mas procurando furado ou não.
Moro com três, vivo com vários.
tô conhecendo, tô aprendendo.
já aprendi que sair de casa quando você menos espera significa voltar quando você menos espera, num estado mais inesperado ainda, com exposição à queda da bolsa, do vale refeição de cada dia trocado pelo miojo grudando na panela.
Tem sempre alguma coisa pra te alegrar quando você está o mais cagado possível, mesmo que seja uma bispa te fazendo rir com tanta cara-de-pau ao falar metaforicamente "Gimme dízimo, bjs.", animado com a esperteza da mulher persuasiva, você pega o galão d'água para que seja abençoada pelas ondas televisivas de Deus, despertadas por aquela senhora que agora jorra na sua tela com o som chiando.
Ano passado aprendi outra técnica de sobrevivência ao ficar sozinho, é uma técnica que existe no homem desde macaquinho, a dança. Já dancei com fogão, bancada, panela, marmita e muitos mosquitos, tudo para passar o tempo. Dancei tanto com o narguile que o desgraçado virou pó cortante. Danço mesmo desde jeito cangaça ao sexy nojento, o que importa é incorporar o Carlinhos de Jesus em você. Eu sou Alex, mas às vezes temos que dar um pouco de folga pra gente, o corpo cansa, é muita incorporação, não consigo ser Alex o dia inteiro. Acho desperdício.
Sou intenso demais, se fosse eu toda hora morreria hoje. Não é encosto não, é desencosto.Tem horas que é preciso ser um pouco mais aguado, um pouco mais doce ou salgado. É, sou heterogêneo.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
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Amei seu texto!
ResponderExcluirDe verdade :)